
Movimento de solidariedade social “Dê a mão. Seja solidário.”
Grupos de Apoio a Famílias
O movimento de solidariedade social “Dê a mão. Seja solidário.” constitui um movimento de cidadãos ― não clerical, nem partidário ― aberto a qualquer pessoa, independentemente da sua nacionalidade, local de residência ou credo.
A acção de intervenção social “Grupos de Apoio a Famílias” constitui uma das acções de solidariedade deste movimento de cidadania e visa apoiar, durante um ano, Famílias que, residindo em qualquer ponto do território nacional, passaram a encontrar se em situação económica muitíssimo difícil em virtude de despedimento decorrente da presente crise.
Para efectivar o auxílio pretendido, são criados Grupos de Apoio.
Cada Grupo de Apoio, constituído por dez Doadores, responsabiliza-se pelo apoio económico, du rante um ano, a uma Família concreta.
Para tanto, cada Doador, sempre integrado num Grupo de Apoio, contribui com 25 euros por mês, cerca de 83 cêntimos por dia.
O nome da Família apoiada é confidencial, para respeitar o seu direito à intimidade e à privacidade, sendo apenas divulgados o nome da freguesia e do concelho onde reside.
Para além dos Doadores, esta acção de intervenção social assenta em dois pilares essenciais, garantes da sua idoneidade:
– o Presidente da Rede Europeia Anti Pobreza/Portugal (EAPN Portugal), Padre Jardim Moreira, que responde pelo preenchimento das acima referidas circunstâncias relativas a cada Família, que fundamentam a atribuição do apoio, e pela avaliação realizada, ao 4.º e ao 8.º mês do decurso de cada acção de partilha, pelos técnicos da EAPN Portugal, na qual se aprecia, também, se a Família continua a necessitar do referido apoio económico.
– o Prior da Paróquia de Santa Maria de Belém (Igreja dos Jerónimos), Lisboa, Cónego José Manuel dos Santos Ferreira, responsável por conta bancária, especificamente afecta aos “Grupos de Apoio a Famílias”, pelo encaminhamento dos donativos para as Famílias, pela passagem dos respectivos recibos e pela comunicação dos donativos às Finanças.
Os Doadores inscrevem se pelo desejo de intervenção social e entregam os seus donativos pela credibilidade que lhes merecem:
– O Prior da Paróquia de Santa Maria de Belém;
– O Presidente da Rede Europeia Anti Pobreza/Portugal;
– A pessoa amiga ou a Instituição ― Fundação Calouste Gulbenkian, Universidade Católica Portuguesa, Fundação Oriente, CP, Associação Sindical dos Juízes Portugueses, Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado, Associação Sindical dos Professores Li cenciados ― que lhes lançou o desafio, que os cativou a serem Doadores.
Para inscrição nos “Grupo de Apoio a Famílias”, pedimos que nos contacte, enviando um e mail para o seguinte endereço:
No e-mail deverá indicar:
Caso já tenha cativado uma pessoa amiga a integrar os Grupos de Apoio a Famílias, deverá indicar também o nome e respectivo e-mail.
Esclarecimentos:
1. Queremos
a) Fortalecer na sociedade civil o sentimento de solidariedade social.
b) Criar laços com os mais vulneráveis da sociedade, prestando apoio efectivo a famílias e a pessoas concretas.
2. Valor a prosseguir
Solidariedade, enquanto direito/dever individual e da sociedade civil.
3. Vertentes
a) Apoio a famílias;
b) Apoio a pessoas idosas;
4. Caminhos
a) “Grupos de Apoio”;
b) Voluntariado.
5. Estratégias/acções
a) Divulgação/Motivação;
b) Acompanhamento;
c) Avaliação.
6. Princípios orientadores
a) Igualdade (não discriminação negativa);
b) Rigor na selecção da família ou da pessoa a apoiar;
c) Segurança no encaminhamento do donativo;
d) Acompanhamento respeitador da dignidade e promotor da autonomia;
e) Transparência/Informação.
Entendemos que a solidariedade social não deve ser perspectivada, somente, como um dever do cidadão. Na verdade, cada cidadão tem, para além desse dever, também o direito a que a sociedade se organize de modo a permitir que cada um possa levar à acção o seu natural sentimento de partilha.
Por isso, em ordem ao desenvolvimento, na sociedade civil, de um forte sentimento de solidariedade social temos solicitado a várias instituições a divulgação desta acção de intervenção social pelos seus Colaboradores, sugerindo, apenas, às empresas que perspectivem a possibilidade de, ao abrigo da legislação do mecenato e até ao “plafond” que entenderem por adequado, suportarem uma parcela do donativo individual de cada seu Colaborador que pretenda integrar esta rede de solidariedade.
Em 5 de Março de 2010, data do início desta acção de intervenção social, 18 Grupos de Apoio iniciaram a respectiva acção de partilha com 18 Famílias.
Em Fevereiro de 2011, 36 Famílias ― residentes nos Concelhos de Guimarães, Braga, Vila Nova de Gaia, Guarda, Ovar, Pinhel, Castelo de Paiva, Santa Maria da Feira, Fundão, Castelo Branco, Leiria, Covilhã e Alfândega da Fé ― estavam a ser apoiadas, com 250€/mês, durante um ano, por 36 Grupos de Apoio.
Em Março de 2011, os Grupos de Apoio n.ºs 37, 38, 39 40 e 41 iniciaram as respectivas acções de partilha com 5 Famílias residentes nos Concelhos Mirandela, Braga e Viana do Castelo.
Em Abril de 2011, os Grupos de Apoio n.ºs 42, 43, 44, 45, 46, 47 e 48 iniciaram as respectivas acções de solidariedade social para com 7 Famílias residentes nos Concelhos de Portalegre, Castelo Branco e Guarda.
Em Maio de 2011, os Grupos de Apoio n.ºs 49, 50 e 51, iniciaram as respectivas acções de solidariedade social para com 3 Famílias residentes nos Concelhos de Viana do Castelo, Lousã e Portalegre.
Dando o seu apoio e voto de confiança a esta acção de intervenção social, o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), a Associação Sindical dos Professores Licenciados (ASPL), a Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP), o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) e a Universidade Católica Portuguesa, estão a divulgar, nos respectivos sites, esta acção de intervenção social.
Odete Maria de Oliveira
Odete Maria de Oliveira
Av. D. Vasco da Gama, 22
1400-128 Lisboa
21 301 81 33 / 91 737 77 51